
Sim, afoguei-me, mas me resgatei. Eu desafoguei meus amores verdadeiros! Passeamos e rimos, fomos crianças risonhas e despretensiosas. Adoro o jeito como meus amados são tantos e tão puros e tão de verdade em um cenário tão corrompido como o meu coração, por vezes, tão sujo. Meus escritos são errôneos demais para, por alguns momentos, conseguir descrever a maravilha que vocês me são. Obrigada por clarearem meus dias nebulosos e por serem hoje a luz que está brilhando dentro desse peito cansado. Estrelas-guias, só peço que me levem para algum lugar onde a dor seja tão pequena quanto as tréguas de nossas gargalhadas.
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