domingo, 28 de novembro de 2010

Isto é só um lembrete.


Mas não "só" um lembrete. Apenas algo para, além de se pensar, se aplicar.

Pense bem antes de atravessar as suas ruas.


"Às vezes as esquinas da vida nos pregam curvas que nos fazem realmente balançar. Mas aí, quando a gente lembra que é só uma esquina, o outro lado da rua se torna tentador. Só não se esqueça que o outro lado começa com uma esquina. E se não começa com uma, espere por ela. Uma hora as esquinas aparecem, por mais longe que elas pareçam estar."

sábado, 27 de novembro de 2010

Sentidos.

Quanto sentido se têm em uma vida? Nem tudo neste mundo incrível, cruel e inconstante tem um porquê. Nossos anseios, se não satisfeitos, clamam por sentidos. De nada adianta ter-se o sentido se não soubermos senti-lo. Sentido. É necessário, em ambos as definições. Traz a essência humana, a chama da vida impregnada em suas linhas retas e tortas, que distorcem e ajeitam os rumos que nossa vida vai tomando. Nossos cálculos mascarados com sua suposta lógica segue sempre rumo ao sentido quântico, e o porém de tudo isso é justamente a outra definição: a busca incessante por provas nos mostram cada vez mais o quanto queremos encontrar mais uma incógnita. O que não percebemos é o que essa incógnita desperta: os sentidos, o sentir. Não mais o raciocínio, afinal quando sentimos seja lá o que for [curiosidade, (in), felicidade,] é bem mais fácil abandonarmos a busca pelos motivos e simplesmente segui-los, do que procurá-los impertinentemente para, depois de absorvê-los dizer: "Está bem, justamente isso que pensei.". O sentir impossibilita-nos dizer tal coisa, pois não supomos nada. Ou supomos, mas quando encontramos com o sentir de fato, quando nos é esfregado nos olhos da alma a sua imensidão, nos perdemos. Não somos capazes se quer de lembrar de tais teorias. Não há mais teorias. Uma graça esta de podermos dar sentido e podermos sentir. Uma palavra, dois contextos totalmente controversos, mas nem sempre. Exceções irão existir em qualquer lugar, em qualquer (con)texto, em qualquer comportamento. Mas que há sentido, há; que há de se sentir, talvez. Então já se trata de uma escolha: abrir os ouvidos para as explicações, o cérebro para as provas, as mãos para o palpável; ou abrir a boca para o sorriso, o peito para a dor, os olhos para as lágrimas.

"Cada um é um. Pensa de um jeito, sente de um jeito. Mas, na maioria das vezes, age de outro."

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

No is time to waiting sit.

Sim, não é hora de parar. Agora é hora de seguir em frente. Meu mundo cor-de-rosa que tem vindo desbotando agora toma cor e toma conta, e é dessa alegria que eu me alimento. I can't always be waiting, waiting on you.


domingo, 21 de novembro de 2010

Inexplicável.

Dias tão claros, tão limpos, tão livres! Um tempo de glorificação, de purificação, de amor. Novos ares, novos gostos, novos jogos, tudo novo. É assim que está tudo para mim, esse céu contemplando meu coração cheio de felicidade, e estes que aí estão para fazer-me feliz. Estes ou um, não se pode saber ainda. Mas o que for será, e se depender de mim eu vou até o fim. A liberdade batendo à porta, a vontade de abrir e então a ação. Confesso-lhes que já havia se apagado em mim a chama das pessoas, das risadas, a minha chama. Volto então ao meu posto, ao meu lugar, ao meu ser. Sei que posso trazer aquilo que for meu, e que meu coração está livre para viver. Quanto amor, quanto carinho e quantos amigos! Uma das melhores partes da minha vida estes meus acompanhantes! Lindos, por dentro, por fora, lindos igualmente. Transformaram-me e hoje eu sou assim. Esta Elena livre para pensar, andar, sair, gritar, dançar, amar. Só posso dizer que esses últimos dois dias foram inexplicáveis, imensuráveis. Surpreendentes, envolventes, carismáticos, que lindo tempo!
Só posso agradecer. Por mais que me faltem as palavras, a inexplicação já demonstra o valor que a vida tem para mim. Meus braços que não suportam a inércia já estão aflitos por abraçar esse amor que estou sentindo. Obrigada por terem feito de mim tudo o que sou hoje.

Minha essência coberta em limites emerge agora como a mais nova flor.

O achado.

No meio do nada, meus pensamentos vagando entre passado e futuro. Bastando alguns olhares, uma Elena inteira mais uma vez, uma outra sensação, o achado. Meu coração dilatado em vaidade, o chão de concreto que me fazia dançar, as mãos vangloriadas em minha cintura, pernas que impulsionavam minha mente, jogando-me em um êxtase inexplicável. Grandes pessoas, linda noite! Jogada em uma dança de olhares, eu que nunca fiz caminhos fáceis, fui na direção da minha sorte. Remexendo em terreno desconhecido, a descrença que de repente se torna surpresa. Uma dança, outra dança, um abraço e um sentimento. Seria um lindo sonho. Que bom que eu estava acordada.